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Previsões para 2016 em Hospedagem de Sites, SEO e Tecnologia

Já passamos da primeira quinzena de janeiro. Parece que foi ontem que todos se vestiram de branco e comemoraram a passagem de ano, não é mesmo? O ano de 2016 promete passar tão rápido e ser tão marcante quanto 2015… Talvez até mais, por causa dos jogos olímpicos e das mudanças que ocorrem constantemente no cenário político e econômico do Brasil.

Mas e no segmento de hospedagem de sites, SEO, marketing e tecnologia? O que será que o ano que acabou de começar reserva para essas áreas? O que será tendência? O que deixará de ser relevante? Descubra a seguir, com as predições para 2016 que o Dicas de Hospedagem apresenta a seguir!

Antes, porém, convidamos todos para relembrar o que marcou no ano de 2015, clicando aqui. Será que algum desses acontecimentos impactará 2016?

 

 

Redes sociais.

 

Vamos começar falando sobre os sites que tem a participação direta dos usuários, aqueles cuja atenção desejamos captar: as redes sociais. Você usou o Twitter no ano passado? Ouviu falar na rede social?

Bem, os dois últimos anos foram complicados para o Twitter. Os números eram assustadores no início, mas adquiriram um caráter mais tímido com o passar do tempo. Muitos apostaram até que o Twitter logo acabaria, como aconteceu com o Orkut. Acredita-se, entretanto, que o oposto acontecerá: o Twitter compreenderá como ser relevante no segmento de redes sociais e voltará com tudo.

Não podemos deixar de citar os trending topics do Twitter e o uso contínuo das hashtags popularizadas pelo site. Isso mostra como o Twitter ainda é relevante – e as condições que a empresa que gere o Twitter oferece atualmente para investidores são bem flexíveis e proveitosas. Vale a pena continuar a prestar atenção no Twitter!

O conteúdo compartilhado nas redes sociais, obviamente, é o foco de tudo – e extensões que incrementam o acesso a esse conteúdo também terão sua vez em 2016. Temos o Pocket, por exemplo, que permite estocar conteúdos que podem ser visualizados futuramente, e sugere novos conteúdos com base no que foi armazenado. Além dele, sites como Nuzzel e Snapzu agregam conteúdos compartilhados no Twitter e no Facebook com base nas pessoas que você segue, além de mostrar compartilhamentos de “amigos de amigos”.

Essas extensões devem ajudar a conseguir mais seguidores, compreender melhor os usuários como um todo e, de certa forma, definir a melhor maneira de chegar até eles.

 

 

Google, distribuição e o ascensão do DuckDuckGo.

 

A taxa CTR (Click-Through Rate) não vai ultrapassar os 70% dos resultados orgânicos do Google. O CTR costumava ultrapassar os 80% em resultados orgânicos e, por isso, temos uma previsão deveras curiosa, visto que o Google mostrou crescimento em 2015.

O fim da distribuição normal atingirá também os resultados das buscas, bem como toda a ideia por trás do marketing de conteúdo. Uma concentração cada vez maior da relevância na Internet estará nas mãos de poucas empresas que detém o monopólio nos segmentos em que atuam, e isso não pode ser considerada uma boa notícia para ninguém. Entretanto, o recente fim do GigaOm deixa isso evidente – a presença cada vez menor da diversidade.

Por outro lado, temos outro gigante se levantando em meio ao Google, ao Bing e ao Yahoo: o DuckDuckGo. Trata-se de um mecanismo de busca que mostrou crescimento expressivo em 2015 e, ao que tudo indica, apresentará o crescimento mais rápido em 2016. O que impulsiona esse crescimento desenfreado é a política de privacidade por parte do site, muito mais difundida do que em qualquer outro mecanismo de busca. Note que ela está presente logo abaixo da caixa para pesquisas, quase como um slogan, e apela diretamente ao usuário que se sente inseguro com tantos ataques que ferem a privacidade das informações na Internet.

Apenas lembrem-se de que não estamos dizendo que o DuckDuckGo crescerá mais do que os buscadores mais tradicionais, mas nenhuma outra empresa apresentará uma taxa de desenvolvimento tão grande com base no ano passado como a DuckDuckGo.

 

 

Marketing de conteúdo, listas locais e o uso de adblockers.

 

O uso de adblockers só aumenta, o que significa que empresas tem perdido ou ganhado menos dinheiro com anúncios na Internet. Existe até uma tentativa para tirar essa opção de bloqueamento através de legislações. Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, muito tem se falado sobre isso, porém nenhuma decisão foi tomada. Nesse meio tempo, acreditamos que o número de sites que proíbem o uso de adblockers deve aumentar consideravelmente.

Justamente por causa dos adblockers, é necessário pensar cada vez mais no marketing de conteúdo como alternativa de divulgação de produtos e serviços. Felizmente, teremos várias alternativas em 2016, com a entrada de diversas empresas de pequeno e médio porte no mercado do marketing digital. O Quicksprout, por exemplo, aparece com a proposta de produzir conteúdos mais assertivos, enquanto o Buzzsumo foca na área de análise de pesquisa de público-alvo e meios de alcança-lo. Outro programa interessante é o Moz Content, que une analytics, tracking e ferramentas de pesquisa.

Por fim, acreditamos no aumento do interesse por local listings com a possível venda das ações da Yext sendo aberta ao público. Local listings fazem toda a diferença no marketing digitai, já que é através delas que obtemos informações mais precisas sobre uma empresa que estamos interessados em contratar.

 

 

Número de celulares não aumenta em 2016?

 

Sempre falamos da importância em criar um site responsivo devido ao crescente número de usuários que acessam a Internet por dispositivos móveis. Entretanto, muitos acreditavam na substituição do desktop e dos notebooks por celulares – e isso está longe de acontecer. Inclusive, acredita-se até na queda do acesso a Internet por dispositivos móveis, enquanto o acesso por computadores permanecerá inalterado, sem aumento ou declínio.

Uma pesquisa que comprova a informação acima foi divulgada recentemente no Twitter pelo especialista em SEO e marketing digital Rand Fishkin.

Uso da internet - dispositivos

Como podem ver, o crescimento do acesso por dispositivos móveis tem diminuído, de 0,3 em 2014 para 0,2 em 2015. Será que esse índice diminuirá em 2016?

Essas são as previsões do Dicas de Hospedagem, inspiradas na opinião do Rand Fishkin – como alguns podem ter notado, não incluímos ainda a Internet of Things, por exemplo, por acreditar que a mesma não impactará o mercado de hospedagem e marketing digital… pelo menos por enquanto!

Quais são suas previsões para 2016? Compartilhe com a comunidade do Dicas de Hospedagem através da seção de comentários!



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