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Hospedagem na nuvem em 2015

Cloud computing ainda tem lá seus mistérios. Por mais que os sites especializados – e nos incluímos nisso – tenham conseguido desmistificar alguns medos e receios e muito da própria hospedagem em nuvem tenha evoluído por si só, ainda não se sabe muito bem o que esperar dessa tecnologia.

Através de algumas pesquisas e estudos financiados por entidades e empresas do porte do Internet Data Center (IDC) e da KPMG , porém, foi possível coletar alguns dados interessantes e até mensurar as tendências para o cloud computing nesse ano que se segue.

Um dos fatos se resume na segurança que a hospedagem em nuvem tem passado para os usuários. Lembra-se que divulgamos a quase três anos que metade das empresas ainda consideravam o cloud computing arriscado? Pois bem, esse cenário tem se modificado com o tempo e a tendência é que se fortifique cada vez mais.

Vamos compreender melhor essa nova realidade?

 

Hospedagem na nuvem: sinônimo de economia.

Uma meta em qualquer empresa e em qualquer época é a redução de custos e melhoria na performance como um todo, certo? Pois bem, a ideia do cloud computing segue em direção com esse princípio; contratando profissionais que trabalham remotamente e investindo no compartilhamento de conteúdo e informações em nuvem, as empresas conseguem economizar e utilizar esse mesmo dinheiro para investir em outras áreas.

Outro ponto importante envolve o crescimento de aplicativos e programas desenvolvidos especificamente para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. O conteúdo desses softwares é hospedado na nuvem, ou seja, há mais informação num ambiente em desenvolvimento cujo potencial ainda está sendo analisado. Esse ambiente, chamado SMB (abreviação que faz referência ao protocolo Service Message Block), demanda uma segurança ainda maior e mais especializada. Logo, chegamos num outro fator indispensável para o sistema em nuvem e que terá seu espaço em 2015: a segurança.

 

A relação entre nuvem e segurança.

Além de incrementar a segurança dos ambientes em nuvem, a própria base da segurança oferecida pelas empresas de hospedagem será em nuvem – estima-se, pelo menos, 30%. Isso se dá pelo baixo custo e pela chance cada vez maior de alcançar 100% de uptime.

Falando em uptime, é uma boa oportunidade para mencionarmos novamente a contratação da equipe de T.I. Cada vez menos, as empresas tem dedicado parte de seus recursos para o desenvolvimento de uma equipe de T.I. centralizada em sua própria sede. Isso só comprova que profissionais trabalhando remotamente através do cloud computing representa mesmo uma tendência para a área em 2015.

Diretamente relacionada a uma equipe menor de T.I. e a concentração massiva de informações na nuvem está a demanda maior por empresas de hospedagem. Ao invés de desenvolver um site por si próprio e buscar apenas por um servidor para hospedá-lo, o usuário cada vez mais dependerá de outras empresas para fazer todo esse serviço. Além da rapidez, o fator segurança volta a imperar. Quanto mais conteúdo na nuvem, mais difícil administrá-lo – e uma empresa de hospedagem capacitada pode representar uma alternativa satisfatória para qualquer empresa que busca redução de custos e melhor desempenho.

Outras necessidades que as empresas têm mostrado é a garantia de que suas informações não serão perdidas de uma hora para outra. Por isso, o cloud computing tem se desenvolvido em quesitos como monitoramento e proteção da informação, bem como o armazenamento de dados através de backups periódicos. Isso envolve todo e qualquer aspecto do site, desde funções disponíveis para visitantes como “compre com um clique” em e-commerces até funcionalidades que contemplam apenas administradores da página, como restauração do site.

 

O outro lado da moeda.

Até agora, falamos apenas da parte positiva da hospedagem em nuvem, do desenvolvimento que a envolve e da segurança, cada vez mais tratada como prioridade pelas empresas. Isso não significa, porém, que o cloud computing será a solução perfeita e ideal para qualquer necessidade que o usuário tiver com seu site. Os riscos ainda existem – os ataques que ocorreram no ano de 2014 ainda estão frescos em nossa memória e comprovam isso – e é impossível garantir 100% de segurança, não apenas no sistema em nuvem como em qualquer outro tipo de hospedagem.

O que estamos querendo dizer é que a hospedagem em nuvem tem ganhado espaço e, com isso, se desenvolvido. Não se trata de um sistema estático que apenas ganhou novos adeptos; ações tem sido tomadas para aperfeiçoá-lo e 2015 marca a época em que elas ocorrem com ainda mais intensidade devido a demanda de mercado.

Você já trabalha com o sistema em nuvem? Sua empresa fornece hospedagem em nuvem? Seu conceito quanto ao cloud computing mudou com o passar do tempo?

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